
Há alguns dias está sendo discutida a proibição da venda de embalagens de vidro no centro da cidade. As opiniões se dividem. Alguns defendem a ideia, argumentando o perigo que tais embalagens representam em caso de briga ou para os pneus dos carros. Outros, contrários, lembram a queda das vendas, a questão econômica que está incluída nesta discussão.
É necessário lembrar que em várias cidades já existe essa proibição. Não seríamos os primeiros a fazê-lo. Mas há uma outra questão a ser abordada: a quantidade de adolescentes (entenda-se aqui menores de 18 anos) que consomem bebidas alcoólicas no centro da cidade.
Não é muito difícil identificar, e o problema não é recente. Basta dar uma volta ou duas na rua Bento Gonçalves, entre a Prefeitura e o Banrisul, para ver vários adolescentes, à noite, com garrafas long neck. Seria cerveja? O rótulo afirma isso. Em alguns dias é possível ver alguns com uma garrafa pet de Coca-cola e uma garrafa de uísque, vodka ou cachaça (depende da situação econômica). Isso sem falar no famoso “limãozinho”, muito conhecido entre os jovens.
No dia seguinte, de manhã bem cedinho, é possível comprovar o número de long neck deixadas nos lugares nos quais os adolescentes estavam sentados. Com um pouco de “sorte”, você ainda encontra um ou outro indo para casa, muitas vezes cambaleante. É uma cena triste. Fico imaginando o que pensam o pai e a mãe quando veem um filho adolescente chegar bêbado ao clarear o dia!
A questão é: se os bares não vendem bebidas aos menores de idade, porque é proibido, como esses adolescentes conseguem a bebida? Os adultos, em geral, se concentram nos bares, ou na frente destes. Os adolescentes, muitas vezes se concentram em escadarias ou degraus existentes nas calçadas. É ali que se encontram tantas garrafas vazias.
Creio que, se em um fim de semana fosse emprestado o etilômetro (também conhecido como bafômetro), e de surpresa fosse feito exame em todos os adolescentes que se encontram no centro, teríamos uma grande surpresa. Arrisco o palpite de que pelo menos metade apresentaria algum nível de teor alcoolico.
É necessário lembrar que em várias cidades já existe essa proibição. Não seríamos os primeiros a fazê-lo. Mas há uma outra questão a ser abordada: a quantidade de adolescentes (entenda-se aqui menores de 18 anos) que consomem bebidas alcoólicas no centro da cidade.
Não é muito difícil identificar, e o problema não é recente. Basta dar uma volta ou duas na rua Bento Gonçalves, entre a Prefeitura e o Banrisul, para ver vários adolescentes, à noite, com garrafas long neck. Seria cerveja? O rótulo afirma isso. Em alguns dias é possível ver alguns com uma garrafa pet de Coca-cola e uma garrafa de uísque, vodka ou cachaça (depende da situação econômica). Isso sem falar no famoso “limãozinho”, muito conhecido entre os jovens.
No dia seguinte, de manhã bem cedinho, é possível comprovar o número de long neck deixadas nos lugares nos quais os adolescentes estavam sentados. Com um pouco de “sorte”, você ainda encontra um ou outro indo para casa, muitas vezes cambaleante. É uma cena triste. Fico imaginando o que pensam o pai e a mãe quando veem um filho adolescente chegar bêbado ao clarear o dia!
A questão é: se os bares não vendem bebidas aos menores de idade, porque é proibido, como esses adolescentes conseguem a bebida? Os adultos, em geral, se concentram nos bares, ou na frente destes. Os adolescentes, muitas vezes se concentram em escadarias ou degraus existentes nas calçadas. É ali que se encontram tantas garrafas vazias.
Creio que, se em um fim de semana fosse emprestado o etilômetro (também conhecido como bafômetro), e de surpresa fosse feito exame em todos os adolescentes que se encontram no centro, teríamos uma grande surpresa. Arrisco o palpite de que pelo menos metade apresentaria algum nível de teor alcoolico.
Concordo que é necessário resolver o problema do lixo, mas a responsabilidade por nossas crianças e jovens também deve ser discutida. Afinal, eles não são o futuro da cidade. Já fazem parte do presente!







